Pessoa e passagem
O prontuário pertence à pessoa. Cada ida à instituição recebe sua própria passagem, sem romper a história longitudinal.
Sistema institucional · Local-first · Pronto-socorro
O SantaClaw organiza a passagem da pessoa pela instituição sem amputar o contexto: identidade, recepção, triagem, atendimento, exames, medicação e desfecho na mesma operação rastreável.
Protótipo de demonstração com dados exclusivamente sintéticos. Ainda não está liberado para atendimento ou dados reais.
RecepçãoTriagemCuidadoDesfecho
A jornada inteira
O fluxo assistencial não cabe num único status. O SantaClaw separa a etapa clínica dos acontecimentos operacionais para que o sistema represente o que está realmente acontecendo.
O prontuário pertence à pessoa. Cada ida à instituição recebe sua própria passagem, sem romper a história longitudinal.
Identificação, entrada, sinais e prioridade conservam autoria, horário e origem — não viram texto solto na etapa seguinte.
Avaliação, exames, medicação e equipe multiprofissional avançam com permissões mínimas e atos rastreáveis.
Uma pessoa pode estar em cuidado e, ao mesmo tempo, em observação, reavaliação ou aguardando transferência.
Alta, transferência, internação ou cancelamento encerram a passagem; correções permanecem como adendo, nunca como sumiço.
A próxima passagem reencontra o fio anterior e permite compreender decisões no contexto em que foram tomadas.
Princípios invariantes
Automatizar não é achatar o trabalho. É tornar explícito quem fez, quando fez, por que fez e o que mudou depois.
Passagens diferentes continuam ligadas à mesma história, sem confundir episódios nem perder o que veio antes.
Conta individual, função, conselho, horário e trilha de auditoria acompanham as escritas relevantes.
O prontuário clínico não tem exclusão física como atalho. Mudanças exigem motivo, autoria e permanência histórica.
Local-first por desenho
O núcleo transacional foi concebido para operar na infraestrutura da instituição, com implantação controlada, papéis definidos e restauração possível. Conexões externas podem existir depois — como adaptadores, não como condição para abrir o prontuário.
Recepção, triagem, atendimento, exames, medicação e desfecho.
Permissão mínima, concorrência otimista e rastreabilidade por evento.
Aplicação web, API e banco implantados de forma reproduzível e local.
Interoperabilidade como camada versionada, sem capturar o núcleo da operação.
“A fila coordena a operação. Ela não substitui a verdade clínica.”
Esse princípio evita que um campo de status seja forçado a explicar toda a jornada. Etapa assistencial, espera operacional, solicitação, resultado, dispensação e administração continuam sendo fatos distintos.
Estado sem maquiagem
O SantaClaw é funcional para demonstração sintética do primeiro fluxo. Homologação clínica, infraestrutura definitiva e portões regulatórios continuam sendo condições — não rodapés.
Cadastro, recepção, triagem, atendimento, solicitações, medicação, equipe multiprofissional, desfecho e auditoria.
Protocolos, catálogos, perfis e integrações precisam ser avaliados com a instituição, sem fingir consenso onde ele não existe.
Dependem de infraestrutura definitiva, proteção em repouso, controles de acesso, backup, restauração, LGPD e homologação formal.
Para hospitais, clínicas e serviços
Se você representa uma instituição de saúde e quer discutir jornada assistencial, infraestrutura local e um piloto de escopo responsável, a conversa começa pelo problema — não por uma demonstração genérica.
Contato inicial administrativo. Não envie dados de pacientes, prontuários ou documentos clínicos.